Aplicações web
Sistemas de marcações, ferramentas internas, portais de clientes e calculadoras, em React com backend em Laravel, CodeIgniter ou Node.js e Express.
Faço desenvolvimento de aplicações web e software à medida para empresas que precisam de algo que o WordPress ou a Shopify não fazem: marcações, portais de clientes, dashboards e integrações entre sistemas. Sou programador full-stack freelance no Porto e trabalho com React ou Vue no frontend e PHP (Laravel, CodeIgniter) ou Node.js e Express no backend.
Plataformas como o WordPress e a Shopify cobrem muito. Estes são os trabalhos que não cobrem.
Sistemas de marcações, ferramentas internas, portais de clientes e calculadoras, em React com backend em Laravel, CodeIgniter ou Node.js e Express.
Um só ecrã que junta os dados das ferramentas que já usa, para a equipa deixar de copiar números entre folhas de cálculo.
Ligar sistemas que não falam entre si: CRMs, faturação, formulários, lojas. Criei um plugin que envia formulários para dois CRMs e liguei uma loja ao QuickBooks.
Novas funcionalidades, correções e desempenho numa aplicação React ou PHP que outra pessoa começou.
Uma empresa de desenvolvimento de software põe muitas vezes um gestor de projeto, um designer e dois programadores numa aplicação. Para muitos projetos é mais gente do que o trabalho precisa. Comigo, o programador com quem fala é quem escreve o código, e as decisões levam uma conversa em vez de três reuniões.
Se o trabalho for mais simples do que uma aplicação à medida, digo-lhe. Às vezes a resposta certa é um plugin WordPress ou uma app Shopify, e isso sai mais barato.
Quando é útil, reúno-me presencialmente com empresas do Porto, de Vila Nova de Gaia e arredores. Com empresas no resto do país, no Reino Unido e nos Estados Unidos, o trabalho é feito online, em português ou em inglês.
No frontend uso sobretudo React, e Vue quando o projeto já está nessa tecnologia. No backend trabalho com Laravel, CodeIgniter e Node.js, com bases de dados MySQL ou PostgreSQL, e ligo serviços externos pelas suas APIs: pagamentos, CRMs, ferramentas de contabilidade como o QuickBooks e formulários como o Gravity Forms. Escolho a tecnologia que serve o projeto e quem o vai manter, não a mais recente.
O mais útil que me pode enviar é uma lista das pessoas que vão usar a aplicação e do que cada uma precisa de fazer. Junte as ferramentas com que tem de comunicar e as folhas de cálculo ou tarefas manuais que deve substituir. A partir daí proponho uma primeira versão pequena o suficiente para ser feita depressa e útil o suficiente para aprender com ela.
Um plugin WordPress feito de raiz que liga os campos do Gravity Forms ao Advyzon e ao Wealthbox e envia cada formulário para os dois.
Liguei uma loja online de café ao QuickBooks, para que a loja e a contabilidade partilhem os mesmos dados.
Uma chamada gratuita de 20 minutos sobre o problema que a aplicação tem de resolver.
Um âmbito escrito e um orçamento fechado, dividido em fases nos projetos maiores.
Versões a funcionar que pode experimentar ao longo do projeto.
Publicação, passagem de conhecimento e apoio para correções e novas funcionalidades.
É criar uma aplicação feita para o seu negócio, em vez de adaptar o negócio a um software genérico. Faz sentido quando o processo é específico ou quando precisa de ligar sistemas que não falam entre si.
Começa-se por definir o problema que ela resolve e quem a vai usar. Depois desenha-se o mínimo que resolve esse problema, constrói-se por fases e melhora-se com o uso real. Ajudo em todas as fases.
Sobretudo React, e Vue quando faz sentido. No backend, PHP com Laravel ou CodeIgniter, ou Node.js com Express, sempre com uma base de dados real.
Depende do âmbito. Envio um orçamento fechado por escrito depois de uma chamada gratuita, dividido em fases nas aplicações maiores.
Sim. Posso rever o código primeiro e dizer-lhe honestamente se vale a pena continuar ou se é melhor refazer.
É seu. O código fica no seu repositório ou no seu servidor, e recebe tudo o que é preciso para o pôr a funcionar e alterar, comigo ou com outro programador no futuro.
Sim, e é assim que costumo trabalhar. Começamos por uma primeira versão com o essencial, vemos como é usada e acrescentamos funcionalidades por ordem de importância. O código é organizado a pensar nisso, para que crescer não obrigue a refazer tudo.
Diga-me o que a aplicação tem de fazer. Digo-lhe honestamente se precisa de código à medida ou de uma ferramenta mais simples.